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É Sustentável, É Rentável

Energia limpa, renovável e ajuda o planeta

Energia Solar Residencial

Quem Somos

Somos uma empresa especializada em viabilizar a geração de energia solar limpa e renovável, através de projetos baseados na necessidade dos nossos clientes. Fundada em 2015, é uma divisão da empresa TNR do Brasil Construtora LTDA com mais de 20 anos de experiência. O sucesso da empresa se alcança pelas excelentes condições de trabalho de nossos funcionários que, bem treinados, também zelam pela qualidade dos nossos serviços com ética e transparência, ou seja, somos uma empresa familiar rodeada de funcionários, parceiros e fornecedores, todos amigos em busca de sucesso

Missão

Contribuir para o progresso do nosso país, difundindo a geração de energia solar limpa e renovável

Visão

Ser um referencial na elaboração, implantação e manutenção de projetos sustentáveis de geração de energia solar

Valores

Comportamento Ético, Responsabilidade Social e Ambiental, Inovação, Empreendedorismo,Cultura da Sinceridade, Espírito de Equipe para entrega de serviços qualidade.

Sr. Ricardo

Cidade: Curitiba/PR
Modalidade: Residencial
Potência Instalada: 7,95 kWp
Produção anual: 12,1 MWh/ano
Inicio: Junho/2017

MULTIFIO

Cidade: Curitiba/PR
Modalidade: Empresarial
Potência Instalada: 5,4 kWp
Produção anual: 8,15 MWh/ano
Inicio: Dezembro/2017

Instituto São Luiz do Purunã

Cidade: Curitiba/PR
Modalidade: Residencial
Potência Instalada: 1,08 kWp
Produção anual: 1,44 MWh/ano
Inicio: Março/2018

TNR DO BRASIL

Cidade: Curitiba/PR
Modalidade: Empresarial
Potência Instalada: 5,6 kWp
Produção anual: 8,4 MWh/ano
Inicio: Março/2016

Sr. Ronaldo

Cidade: Curitiba/PR
Modalidade: Residencial
Potência Instalada: 9,9 kWp
Produção anual: 14,95 MWh/ano
Inicio: Em andamento

PISO DE PEDRA

Cidade: Curitiba/PR
Modalidade: Empresarial
Potência Instalada: 9,9 kWp
Produção anual: 14,95 MWh/ano
Inicio: Dezembro/2017

ENTENDA COMO A ENERGIA SOLAR PODE AJUDAR A REDUZIR OS CUSTOS DO SEU NEGÓCIO.

Que a energia elétrica está cada vez mais cara não é novidade para o brasileiro, principalmente para quem tem algum tipo de negócio. Mesmo fazendo certa medida de economia de luz e desligando algumas tomadas a conta ainda chega alta. É por isso que o investimento em energia solar tem sido uma alternativa bem sucedida para quem procura reduzir os custos relacionados à energia de uma empresa ou negócio.
 
Fazer economia com energia solar ajuda a diminuir os custos de energia de uma empresa em longo prazo. É importante destacar esse detalhe porque o investimento em energia solar não terá retorno imediato, a economia somente será observada com o decorrer do tempo, porém, em valores significativos. Substituir a energia elétrica convencional pela energia solar, geralmente representa uma redução na conta que varia de 50% a 95%. A vantagem principal ocorre em média seis anos depois, quando o investimento em energia solar acaba sendo pago automaticamente pelo dinheiro economizado com o corte dos custos excessivos com a luz.
 
Além da economia diretamente relacionada à conta de eletricidade, existem diversos outros benefícios relacionados à economia com energia solar, como por exemplo, menos impacto ao meio ambiente. A energia solar é um recurso renovável e limpo, visto que a fonte geradora de energia é o sol, não há danos à natureza e nem a atmosfera. Mas talvez você, que é dono de um negócio, se pergunte quanto custa um investimento em energia solar fotovoltaica.
 
Bem, a resposta é simples, o custo de um sistema de energia solar fotovoltaico depende principalmente do tamanho e da complexidade da instalação. Mas, como mencionado acima, o valor gasto com a instalação dos equipamentos de energia solar são pagos com a própria economia que a empresa faz ao substituir a fonte de energia. Para ter uma ideia do quanto fazer economia com energia solar reduz os custos de uma empresa, podemos citar o exemplo das farmácias Raia e Drogasil.
 
As farmácias poupam R$ 69 mil com energia solar em onze de suas lojas localizadas em Uberlândia e Belo Horizonte. O consumo mensal de eletricidade na farmácia Raia e Drogasil caíram pela metade, de acordo com as empresas. Num período de 12 anos a Raia e a Drogasil vão poupar cerca de R$ 850.000 reais em gastos com energia nas unidades em que já houve investimento em energia solar.
 
Não há dúvidas de que um investimento em energia solar é uma das melhores maneiras para reduzir os custos com energia no seu negócio. A economia com energia solar terá um impacto direto não só na conta de luz, mas também no orçamento da empresa como um todo. Investir em energia solar diminui os custos de manutenção dos sistemas de calefação de água, além das despesas elétricas, sem contar que a durabilidade dos painéis solares fotovoltaicos é de cerca de vinte e cinco anos, ou seja, trata-se um investimento em longo prazo que reduz os gastos, colabora como meio ambiente e ainda dura por muitos anos.
 
Publicado em 25/01/17
Fonte: Portal Solar

BRASIL VIVE MOMENTO IDEAL PARA INVESTIR EM ENERGIA SOLAR

Ninguém precisa ser especialista para entender que a energia elétrica tem saído bem cara para o bolso do brasileiro. Aperta daqui, aperta de lá, o custo para se ter energia elétrica dentro de casa, tem interferido diretamente em outras necessidades básicas da população.
 
Há pouco tempo atrás foi preciso conviver com as bandeiras tarifárias que vinham nas contas de luz, elas sinalizavam como um “farol” as condições de geração de energia no país. Se ela estivesse na cor verde, a tarifa não sofria nenhum acréscimo. Com a cor amarela, o aumento era de R$1,50 para cada 100 kWh consumidos no mês. Já na cor vermelha, passava a ter dois patamares: um de R$3,00 e outro de R$4,50 para cada 100 kWh.
 
Um cliente residencial da Eletropaulo, em São Paulo, por exemplo, que pagava R$ 100 para um consumo mensal de cerca de 240 quilowatts-hora (kWh), passou a pagar, com a bandeira vermelha, pelo menos R$ 106 para a mesma quantidade de consumo.
 
O Brasil é um dos poucos países no mundo, que recebe incidência solar superior a 2000 horas por ano (número de horas de irradiação solar que atinge a terra). E a região nordeste do país recebe uma incidência média diária que varia de 4,5 a 6 kWh. Por si só, esses números já são suficientes para colocar o país em destaque no que se refere ao potencial solar, e em ótimas condições para investimento no segmento de energia solar.
 
Em 2014 (último dado disponível), o Brasil aumentou sua capacidade de produzir energia solar térmica (aquecimento solar) para 7,71 GWth (gigawatts térmicos), o que representa um crescimento de 4,5% no ano. Não há dúvidas de que o Brasil está pronto para maiores investimentos em energia solar, até porque o país já se firmou como o quinto maior produtor de energia solar no mundo, um número bastante expressivo no atual cenário de energia solar mundial
 
A seguir, confira mais alguns motivos pelos quais o investimento em energia solar fotovoltaica faz sentido!
 
Investimento Sustentável
 
Em primeiro lugar, a grande vantagem da energia solar, é o fato de não agredir o meio ambiente. Para se ter ideia, a produção de energia solar brasileira fez com que o país deixasse de despejar no meio ambiente 2,5 milhões de toneladas de dióxido de carbono (gás carbônico ou CO2) no ano de 2014.
 
Economia para o bolso
 
Investir em energia solar poupa o seu dinheiro em longo prazo. Os painéis solares estão cada dia mais potentes ao mesmo tempo em que seu custo vem caindo. Isso torna cada vez mais a energia solar uma solução economicamente viável. 
 
Economia na conta de luz
 
O sistema de energia fotovoltaica poupa o seu dinheiro, pois reduz a conta em até 95%. Dessa maneira você não precisará se preocupar com o aumento da tarifa de luz. Quem é que não gosta de economizar, não é mesmo?
 
Valoriza o imóvel
 
Os painéis solares são investimentos considerados uma melhoria para casa, isso reflete diretamente no valor do imóvel no mercado. Gerar energia em casa agrega vantagens como: maior destaque no setor imobiliário e economia na conta de luz.
De acordo com uma pesquisa realizada pelo Laboratório Nacional Lawrence Berkeley nos EUA, painéis fotovoltaicos valorizam o imóvel de 3% a 6%. O estudo também mostrou que os compradores estavam dispostos a pagar, em média U$ 15.000,00 a mais por casas que possuíssem um sistema fotovoltaico instalado.
 
Publicado em: 07/10/16
Fonte: Portal solar
 

Energia solar faz empresário diminuir conta de luz de R$ 4 mil para R$ 80

Proprietário de um posto de combustível instalou painéis solares no telhado.
Fábio Lucena calcula que, em oito anos, conseguirá recuperar valor investido.
 
Apesar de a tecnologia permitir o aproveitamento da luz do sol para gerar energia solar, oferecendo uma possibilidade de economia e de preservação do meio ambiente, os equipamentos não são populares porque ainda são caros. Mas isso não foi um obstáculo para um empresário do Recifeque fez as contas e percebeu que, em oito anos, conseguirá pagar o investimento e, praticamente, não se preocupar mais com conta de luz.
 
Fábio Lucena, dono de um posto de combustíveis na Avenida Norte, não pensou no valor do investimento, mas sim na economia de energia a longo prazo. A conta de luz do estabelecimento apenas não era mais cara do que a folha de pagamento dos funcionários: passava dos R$ 4 mil. Atualmente, após a instalação de painéis solares no telhado, a conta não chega a R$ 80.
 
Com a economia na conta de energia, o empresário conseguiu investir no posto. Além de ter ampliado o número de funcionários de 9 para 19 profissionais, aumentou o horário de funcionamento. Antes, o estabelecimento não abria aos domingos e fechava sempre às 22h. Agora funciona durante 24 horas, todos os dias da semana.
“Ainda vamos começar a pagar o financiamento, que tem carência de seis meses, e a parcela média vai dar R$ 4 mil por mês durante oito anos somente. O que eu gastava de energia já não gasto mais, pois meu projeto sobra energia. E utilizo na ampliação dos negócios do posto”, explica o empresário Fábio Lucena.
 
Publicado em 28/07/16
Fonte: G1.globo
 

Gerar energia solar na “cinzenta” Curitiba é mais econômico que na Bahia

Mesmo comparada à região mais ensolarada do país, tempo frio, umidade do ar e custo da tarifa energética tornam a tecnologia fotovoltaica mais econômica na capital paranaense
 
Por esta poucos esperavam. Curitiba é melhor que a Bahia para geração de energia fotovoltaica. A condição é resultado de um conjunto de fatores que, somados, explicam como uma das capitais mais nubladas do Brasil pode superar o estado mais iluminado na geração de eletricidade a partir da fonte solar.
 
“Em locais como Curitiba, com tempo mais frio e úmido, os sistemas trabalham na condição ideal de temperatura e tendem a ficar mais limpos, sem camadas de pó que costumam acumular em regiões mais secas e acabam comprometendo o desempenho ou a durabilidade dos módulos”, explica o engenheiro eletricista Marcos Kurata. Segundo ele, em estados mais quentes, bolsas de calor tendem a se formar sob as estruturas quando as temperaturas se elevam demais, o que compromete a penetração do sol e, em alguma medida, pode alterar o desempenho do sistema.
 
A incidência solar que atinge a Bahia é, de fato, superior à de Curitiba. Segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e da Agência Espacial Americana (NASA), na primeira região, considerada a mais ensolarada do Brasil, o índice de insolação é de 2.350 quilowatts-hora por metro quadrado ao ano (kWh/m²). Em Curitiba, a média é menor – de 1.800 kWh/m² (4,9 kWh/m² dia).
 
Na Bahia, um sistema de quatro módulos com um quilowatt-pico (kWp) de potência instalada tem capacidade para produzir, em um ano, 1.700 quilowatts-hora kW/h. A porção atende a demanda energética mensal de uma família com consumo médio de até 190 kW/h. Na capital paranaense, o mesmo sistema produziria em torno de 1.470 kW/h no mesmo período, o suficiente para suprir uma demanda mensal de 170 kW/h. “É importante lembrar que diante de qualquer porção luminosa os módulos já operam. Geram menos eletricidade, mas trabalham mesmo em dias nublados”, explica o engenheiro.

Tarifa é determinante
 
Segundo Kurata, entretanto, o principal fator que torna a tecnologia mais competitiva por aqui, é o custo da tarifa energética. Enquanto no Paraná o preço médio pago pelo usuário por quilowatt é de R$ 0,76, na Bahia, é de R$ 0,62. “Imaginando que a tarifa paranaense fosse praticada no Nordeste, enquanto a economia mensal gerada por um sistema em Curitiba fica em R$ 95, na Bahia, a redução seria de R$ 90. Em resumo, quanto mais alto o custo da luz, mais rentável é um sistema solar”, explica.
 
Publicado em 06/07/16
Fonte: Gazeta do Povo

Paraná discute possibilidade de isentar ICMS de geração de energia doméstica

Dezesseis dos 27 estados brasileiros já aderiram à isenção da cobrança do ICMS sobre a energia produzida por residências, propriedades rurais e micro e pequenas indústrias a partir de fontes renováveis
 
Na próxima segunda-feira (11), a partir das 9 horas, a Assembleia Legislativa do Paraná vai sediar uma audiência pública para discutir a adesão do Paraná ao convênio 16/2015, do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), que isenta da cobrança do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) a geração de energia em casa por fontes renováveis. A audiência pública foi proposta pelo deputado Tião Medeiros (PTB).
 
O Projeto de lei 378/2015, de autoria do presidente da casa, Ademar Luiz Traiano, foi protocolado sob o número 2482/2015 e tramita na Assembleia desde o ano passado. Ele defende a isenção do imposto como forma de incentivar a micro e a minigeração de baixa tensão no país.
 
Na geração distribuída, a energia proveniente de sistemas renováveis instalados em casas ou pequenos comércios pode ser compartilhada com a rede da concessionária quando não utilizada. A porção retorna ao produtor nos momentos de maior consumo. O que não é aproveitado vira crédito abatido da conta de luz nos meses seguintes.
 
Dezesseis dos 27 estados brasileiros já aderiram à isenção da cobrança do ICMS sobre a energia produzida por residências, propriedades rurais e micro e pequenas indústrias a partir de fontes renováveis, como a solar e a eólica, por exemplo.
 
Nos estados aderentes ao convênio do Confaz, o ICMS incide somente sobre a diferença entre o consumo e a geração do usuário, e não sobre toda a energia produzida por ele. Nos que ainda não aderiram, a cobrança é praticada integralmente. No Paraná, a incidência tributária é de 29%. O índice é o segundo mais alto do país, atrás somente de Minas Gerais, que aplica 30% de ICMS sobre a energia.
 
Pareceres
 
Por enquanto, o projeto recebeu parecer favorável das comissões de Constituição e Justiça, Finanças e Meio Ambiente. 
A Secretaria da Fazenda do Paraná, por outro lado, afirmou recentemente que aderir à isenção prejudicaria a arrecadação e as contas públicas do estado. 
A Copel não se pronunciou sobre o posicionamento que mantém.
 
Geração distribuída
 
Desde abril de 2012, o sistema de compensação de energia elétrica é regulamentado pela Resolução Normativa 482, da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). No ano passado, ela foi revista e somou mais condições para facilitar a economia energética por quem participa da geração distribuída no país. Não são todos os estados que garantem a vantagem.
 
Das 27 unidades federativas, 11 ainda não aderiram ao convênio, entre elas, o Paraná.
 
Publicado em 04/07/16
Fonte: Gazeta do Povo

Quanto custa ter um painel solar em casa?

Custo elevado e dependência de componentes estrangeiros ainda limitam democratização de sistemas fotovoltaicos no
país, mas quem tem o sistema em casa garante que é um bom negócio.
 
O Brasil é um dos poucos países do mundo que recebe, a cada ano, mais de três mil horas de sol. A média nacional de irradiação diária fica em torno de oito, o que garante possibilidades altamente favoráveis à geração de energia solar. Embora ainda seja caro investir em um sistema fotovoltaico em casa, um novo cenário já começa a se desenhar.
Os preços de estruturas de pequeno a médio porte variam de R$ 15 mil a R$ 85 mil, dependendo da potência instalada. Contudo, o bom desempenho da tecnologia em termos de geração energética e as condições que fornece para décadas de economia vêm aumentando a adesão por painéis solares. Nos últimos três anos, a instalação de módulos que transformam a luz do sol em energia elétrica nas residências deu um salto. Em 2012, apenas três casas contavam com painéis solares. Até o fim do ano passado, já eram 1.750 mil, segundo dados da Associação Brasileira de Energia Fotovoltaica (ABSOLAR).

Bom negócio
 
O administrador de empresas João Buso integra o grupo dos que já apostaram no sistema. Disposto a investir no setor, quis “tirar a prova” sobre as vantagens da opção. No começo de 2015 ele contratou uma empresa especializada e, por R$ 20 mil, instalou oito painéis no telhado de casa. O sistema gera 430 quilowatts/mês e reduziu expressivamente o preço da conta de luz. Em meses em que o sol predominou em Curitiba, a despesa mensal chegou a ser de R$ 78. Antes, a média era de R$ 480. “De quatro a seis anos o investimento inicial é pago pela economia feita em cada mês. Depois, dentro de 20 a 30 anos, é só lucro, porque a manutenção que ele exige é bem baixa”, diz João.
 
Engenheiro eletricista Almir Soar também aderiu à tecnologia. Desde abril, quando foi instalada, a estrutura semelhante à da casa de João garantiu uma boa surpresa ao orçamento da família. “A redução na conta foi na ordem de R$ 300 em relação a março. Por abril ter tido dias de bastante luminosidade, as placas alcançaram quase o máximo do potencial”, conta. Para Almir, o sistema rentabiliza mais que uma poupança e ainda agrega valor ao imóvel. “Sem contar os muitos benefícios que gera ao meio ambiente, por funcionar a partir de uma fonte limpa, que não deve ser desperdiçada”, pontua.

Controle preciso
 
Em busca de uma economia ainda maior, o também engenheiro eletricista Marcelo Talevi optou há quase um ano pela contratação de um módulo de 18 placas, com capacidade de gerar 550 quilowatts/mês. O investimento foi de R$ 31 mil. Em meses de sol, segundo ele, o gasto médio de R$ 600 cai para R$ 170. “Por dia, as placas são capazes de produzir, juntas, 18 quilowatts, mas até com céu nublado e chuva, elas geram alguma porção energética”, conta. O controle de tudo é feito por um medidor digital fornecido pela Companhia Paranaense de Energia Elétrica (Copel), que substitui o analógico e fornece informações precisas sobre o volume de energia produzido, gasto e acumulado. A porção não aproveitada pela residência é lançada à rede da concessionária, mas retorna em créditos abatidos nas próximas faturas. “Ainda vejo por um aplicativo no celular quanto da energia que as placas produziram e eu não utilizei entraram na rede de distribuição. Controlo tudo”, diz.

Incentivos devem facilitar adesão à geração doméstica
 
Em março, passaram a vigorar novas regras da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para produção de energia elétrica gerada e trocada com distribuidoras locais. Em oito anos, nos cálculos da agência, 1,2 milhão de residências, comércios e indústrias devem produzir a própria energia, totalizando 4,5 gigawatts de potência instalada. Somando os setores hoje em dia, pouco mais de 2 mil unidades consumidoras brasileiras fazem isso.
 
Linhas de financiamento já disponíveis a pessoas físicas por bancos federais e privados a juros mais baixos para facilitar a adesão ao sistema fotovoltaico e um projeto de lei que cria o Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) Verde, na medida em que ganhem escala, devem contribuir ainda mais para o alcance da estimativa.
 
No caso do projeto, os municípios que o aprovam passam a oferecer descontos no valor do imposto a construções que contem com medidas que favoreçam o meio ambiente, como captação solar, eólica e da água da chuva, por exemplo.
 
Em Curitiba, a proposta do IPTU Verde ainda não saiu do campo das ideias. Ela até integra o Plano Diretor da capital, que indica os rumos da cidade pelos próximos dez anos, mas ainda deve passar por algumas etapas de discussão até ser aprovada pelo prefeito Gustavo Fruet e, finalmente, passar a valer.
 
Publicado em 01/06/16
Fonte: Gazeta do Povo 

 

Paraná terá Atlas de Energia Solar

O Paraná terá o seu primeiro Atlas de Energia Solar, que deverá ser publicado no inicio do mês de abril. O estudo trará um levantamento completo do potencial de cada um dos 399 municípios paranaenses.
 
O Atlas é uma iniciativa da Itaipu Binacional, Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), Fundação Parque Tecnológico Itaipu (FPTI) e Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). O atlas é composto por um conjunto de mapas com valores de produtividade estimada total anual, média diária sazonal e média diária mensal do Paraná.
 
Para autoridades e especialistas o Atlas Solar será fundamental para o incentivo e disseminação da energia solar no estado. O documento, que será público e de fácil acesso por qualquer pessoa ou instituição, será distribuído em versões impressa e eletrônica, e poderá ser baixado, via Internet, de sites do PTI e de outras instituições parceiras interessadas em sua difusão
 
Para complementar o objetivo do Atlas de Energia Solar, a partir de agosto, deverá ser colocado à disposição do público um aplicativo para que os consumidores dimensionem suas necessidades de investimento em energia solar a partir dos dados de suas faturas de energia elétrica. A ferramenta colocará à disposição dos usuários informações de radiação solar em qualquer ponto do Estado, permitindo que o consumidor faça simulações quanto ao SFVCR necessário para atender suas necessidades de energia elétrica.
 
Publicado em 31/03/17
Fonte: Agência Ambiente Energia

Uso de energia solar gera economia de R$ 20 mil em escola de Uberlândia

Em abril de 2015, a Escola Municipal Milton Magalhães, em Uberlândia, passou a usar a energia solar. Graças às
placas instaladas, em um projeto realizado em parceria com a ONG Greenpeace, a conta de luz diminuiu mais de 70%.
 
A instalação de 48 placas de energia fotovoltaica custou R$ 75 mil e foi financiada pela própria comunidade. De acordo com Bárbara Rubim, coordenadora de energias renováveis do Greenpeace, com o projeto, a escola será beneficiada com a economia. “A gente fez um acordo com a Prefeitura de que toda economia gerada pelo sistema vai retornar para a escola. A comunidade, junto com a diretoria da escola, vai decidir como esse dinheiro vai ser investido”, explica.
 
Segundo a diretora, Isabel Carrijo, em abril de 2015, quando o projeto foi instalado, o consumo caiu de 2.514 kWh para 402 kWh na conta de fevereiro deste ano. Ao longo de um ano, a escola teve uma economia de cerca de R$ 20 mil. O recurso economizado começou a fazer parte do Caixa Escolar e vem sendo usado em ações da comunidade.
Ainda conforme Isabel, duas alterações, uma na rotina dos alunos e outra na estrutura da escola também foram realizadas. Eles foram, respectivamente, a conscientização dos alunos e a instalação de um grande painel para captação de energia solar.
 
Além disso, as professoras da instituição receberam um treinamento sobre sustentabilidade e economia de energia elétrica e adaptaram as aulas para envolver o tema com as crianças. “A gente percebe que há uma conscientização das crianças e eles como multiplicadores nos seus lares”, comenta Isabel.
 
A partir de agora, os técnicos do Greenpeace vão, juntamente com educadores da Prefeitura de Uberlândia, dar o apoio técnico para poder encontrar outras demandas escolares e ajudar na elaboração de mais projetos pedagógicos.
 
Publicado em 16/05/16
Link: http://g1.globo.com/minas-gerais/triangulo-mineiro/noticia/2016/04/uso-de-energia-solar-gera-economia-de-r-20-mil-em-escola-de-uberlandia.html
Fonte: G1.globo

 

Brasil inaugura primeira central solar flutuante do mundo

O Primeiro projeto de exploração de energia solar em lagos de centrais hidroelétricas, com recurso de flutuadores
foi inaugurado no dia 4 de março na Hidrelétrica de Balbina, no Amazonas.
 
As placas solares flutuantes no reservatório da central solar amazonense vão gerar, inicialmente, 1 MWp de energia. A previsão é que em outubro de 2017 a potência seja ampliada para 5 MW, o que é suficiente para abastecer, por exemplo, 9 mil casas com uma área equivalente à cinco campos de futebol.
 
   Publicado em 13/05/16
   Fonte: Revista Solar

Energia solar cresce no Brasil, mas consumidores querem mais incentivo

O número de instalações em domicílios triplicou em 2015. Um problema enfrentado é a cobrança de ICMS, em vigência ainda em 12 estados.
 
No Brasil, o uso das energias alternativas também está crescendo. O número de instalações em domicílios triplicou no ano passado. Mas os consumidores querem incentivo para investir. Um problema enfrentado é a cobrança de ICMS de quem gera energia solar em casa ou no escritório.
 
Isto ocorre em 12 estados. Outros 14 estados e o Distrito Federal já criaram compensações para estimular a geração alternativa, ou seja, não cobram ICMS da energia excedente gerada a partir do telhado solar. Essas regiões abrigam 75% da população brasileira. Desde o ano passado também não se cobra PIS e Cofins da energia solar em todo o país.
 
Vídeo: https://globoplay.globo.com/v/4942506/
 
Publicado em 04/04/16.
Fonte: g1.globo.com/bom-dia-brasil

Novas regras da ANEEL para geração solar em 2016

 
A diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) aprovou em novembro de 2015 aprimoramentos na Resolução Normativa nº 482/2012 que criou o Sistema de Compensação de Energia Elétrica, permitindo que o consumidor instale pequenos geradores (tais como painéis solares fotovoltaicos e microturbinas eólicas, entre outros) em sua unidade consumidora e troque energia com a distribuidora local com objetivo de reduzir o valor da sua fatura de energia elétrica.
 
Segundo as novas regras, que começaram a valer a partir de 1º de março de 2016, será permitido o uso de qualquer fonte renovável, além da cogeração qualificada, denominando-se microgeração distribuída a central geradora com potência instalada até 75 quilowatts (KW) e minigeração distribuída aquela com potência acima de 75 kW e menor ou igual a 5 MW (sendo 3 MW para a fonte hídrica), conectadas na rede de distribuição por meio de instalações de unidades consumidoras.
 
- Sistema de Compensação de Energia Elétrica
 
Quando a quantidade de energia gerada em determinado mês for superior à energia consumida naquele período, o consumidor fica com créditos que podem ser utilizados para diminuir a fatura dos meses seguintes. De acordo com as novas regras, o prazo de validade dos créditos passou de 36 para 60 meses, sendo que eles podem também ser usados para abater o consumo de unidades consumidoras do mesmo titular situadas em outro local, desde que na área de atendimento de uma mesma distribuidora. Esse tipo de utilização dos créditos foi denominado “autoconsumo remoto”.
 
- Geração solar em Condomínios
 
Outra inovação da norma diz respeito à possibilidade de instalação de geração distribuída em condomínios (empreendimentos de múltiplas unidades consumidoras). Nessa configuração, a energia gerada pode ser repartida entre os condôminos em porcentagens definidas pelos próprios consumidores.
 
- Geração compartilhada
 
A ANEEL criou ainda a figura da “geração compartilhada”, possibilitando que diversos interessados se unam em um consórcio ou em uma cooperativa, instalem uma micro ou minigeração distribuída e utilizem a energia gerada para redução das faturas dos consorciados ou cooperados.
 
- Simplificação no processo
 
Com relação aos procedimentos necessários para se conectar a micro ou minigeração distribuída à rede da distribuidora, a ANEEL estabeleceu regras que simplificam o processo: foram instituídos formulários padrão para realização da solicitação de acesso pelo consumidor.  O prazo total para a distribuidora conectar usinas de até 75 kW, que era de 82 dias, foi reduzido para 34 dias. Adicionalmente, a partir de janeiro de 2017, os consumidores poderão fazer a solicitação e acompanhar o andamento de seu pedido junto à distribuidora pela internet.
 
A Agência acompanhará de perto a implantação das novas regras do Sistema de Compensação e prevê que até 2024 cerca de 1,2 milhão de unidades consumidoras passem a produzir sua própria energia, totalizando 4,5 gigawatts (GW) de potência instalada.
 
Publicado em 01/03/16.
Fonte: ANEEL/2016 

Cidades e Soluções: O crescimento e os desafios das energias eólica e solar no Brasil

 
Em cinco anos, foram construídos 285 parques eólicos no Brasil, a maioria no Nordeste. No ano passado, o setor gerou 40 mil empregos diretos e indiretos. O Sol responde por apenas 0,01% de toda a energia do Brasil, mas essa realidade já começou a mudar.
 
Publicado em 10/02/06
Fonte: http://g1.globo.com/globo-news
 

Banco do Nordeste amplia linhas de financiamento para o setor energético

O Banco do Nordeste ampliou as opções de financiamento do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE) para projetos de geração de energia. Com base em recente portaria do Ministério da Integração Nacional (nº 68), torna-se possível obter recursos para projetos de centrais fotovoltaicas (energia solar), parques eólicos, pequenas centrais hidrelétricas e usinas de aproveitamento de fontes de biomassa.
 
Nesses casos, a participação dos recursos do FNE poderá ser de até 60% do investimento total do projeto aprovado, com prazo máximo de 20 anos e carência de até 8 anos. As taxas de juros variam de 12,95% a 9,5% ao ano, considerando a possibilidade de bônus de adimplência.
 
O gerente do Ambiente de Políticas de Desenvolvimento, José Rubens Dutra Mota, destacou o potencial do Nordeste para geração de energia.
 
“Para estes setores, é extremamente positivo contar com as linhas de crédito para impulsionar suas atividades, especialmente em um momento de desafios econômicos. Ainda mais se considerarmos que esses empreendimentos, como a energia fotovoltaica, têm grande potencial em áreas interioranas, como o Semiárido”, avalia.
 
O Banco do Nordeste está aprimorando seus produtos de financiamento voltados ao mercado da micro e minigeração distribuída de energia, sobretudo de origem solar fotovoltaica. Nesse sentido, as linhas de financiamento estão sendo ajustadas para melhor atender às especificidades desse mercado, contribuindo para a expansão da energia solar na matriz energética do Nordeste.
 

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